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Archive for fevereiro \26\UTC 2009

Sion

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É feliz sua estadia no Colégio e ocmo admira as Mestras Mére Gaetana e Mére Amedée. De tudo gosta: estudos, colegas, professoras, exercícios de piedade. Vem setembro… Vai se tornar Filha de Maria. Surge o dia 23. Ouve, neste dia, o chamado do Senhor para que se consagre a Ele. Responde Sim e a “tudo dá de mão, sem mais passado olhar” como cantou numa de suas poesias.

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O estudante pertence a uma família abastada e de meio cultural muito bom. Deseja ver Carminha ao nível de suas irmãs. Indica-lhe “Sion” para aprimorar seus conhecimentos, pois lá as manas fizeram seus estudos. Ela adere ao querer daquele que ama com ternura sincera, espontânea.
Por causa de atitudes estranhas do padrasto, Nhá Cota resolve deixar a direção da casa, levando Carminha. Eis a ocasião de entrar no Colégio de Sion de São Paulo e assim satisfazer o noivo.

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Em 1916 vão se estabelecer na formosa ilha de Paquetá, na Baía de Guanabara, na Praia dos Frades.
Carmem conhece um estudante de engenharia e gostam-se imensamente. Aspiram ao matrimônio, à vida a dois. Traçam planos.

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Piedosa, modesta, contudo impressiona, aliando à elegância um recato todo particular.
Aos 15 anos vai visitar a “mamãe moça” no Rio. Oito dias depois, D.Maria do Carmo falece em consequência do nascimento de um filho, que a precede 24 horas no túmulo.
O padrasto se vê só e com cinco enteados. Solicita, então, a presença de D.Maria Justina junto deles, visando entregar-lhe o governo da casa. Ela anui ao pedido, ficando com Carminha na terra carioca.

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                       Logo depois, sua mamãe contrai novas núpcias com José da Cruz Sena, conceituado industrial do Rio de Janeiro.
Apesar de não frequentar grupos escolares, desenvolveu-se moral e intelectualmente.

                      Na fazenda onde morava com Nhá Cota reuniam-se os amigos, onde não faltava a boa música, as conversas (que a ajudavam a aprender o que não recebia nos bancos escolares) e os pratos finos.
                    Aprendeu a tocar piano e com que alma tocava nas recepções em casa!

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Em junho , meses após a dor de ter perdido seu papai Teotônio, no dia de São Luiz Gonzaga de 1910, recebe pela primeira vez o beijo de Jesus Eucarístico, “que em Céu a transformou”. Dá-lhe a Santa Comunhão o eminente prelado campineiro Dom João Batista Corrêa Nery.
Carminha teve um intenso desejo de ir para o Céu e não mais se separar de seu Deus!
Cantou seus sentimentos na poesia “Suprema Recordação”, escrita 30 anos mais tarde.

(esta poesia está disponível na página de poesias)

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Certo dia, contava cinco anos, estando os manos a passeio em Campinas, resolve algo, que não revela a ninguém. Tira da cama Esther, pequena ainda de três anos. Apesar de febril a irmãzinha obedece docilmente. Desfaz-lhe os papelotes, põe-lhe um vestido por consertar e amarrotado, calça-lhe as botinhas. Sem explicar coisa alguma, pega a mana pela mão e, firme, leva-a a um fotógrafo vizinho.
Lá chegando, dirige-se ao senhor em tom decidido:
– Mamãe mandou tirar um retrato de nós duas.
O moço, conhecendo Nhá Cota, de nada suspeitou e, prontamente, bateu a foto.
Conservamo-la, ainda hoje, com carinho. Bem revela o espírito de liderança, em germe da futura priora no Rio e fundadora de um novo Carmelo no Brasil.

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